19 junho 2011

...os construtores que não se reveem como tubos de passagem


…, leio-me em todos os construtores visíveis das palavras. Os que aprecio! Ainda não sou invisual, terrestre, e, rejeito sempre colagens fictícias a (e) de todos os autores. Mas, daqueles que me "permitem" colar, aguardo quase todos os seus ensinamentos , venham-se de todas as artes, também.

Porém, a questão ultrapassa todas as vaporizações de doutos, dos escritos, ou não, as veias literárias, por vezes cochicham, entre as virilhas, nossas companheiras suadas de líquidos já ultrapassados. Não devemos ser tubos de passagem, apenas, há que impor o nosso cunho, quase egocêntrico, que paradoxalmente, detesto. Contudo, tudo o que se nos assedia, a montante, deve ser travado, como se fossemos uma válvula e filtro de limpeza. Depois, há que escoar-mo-nos para jusante, libertar os líquidos, o mosto, tratados por nós. porque o assumimos.
Virgilio Liquito