09 outubro 2011

inanítico

Escrevo pelas nuvens. A água desaba pela centopeia. Um sorvete na boca ferve o dióspiro. Bate o que estranho. Encontro o diadema sem corpo. Estonteia o coração  na pulsão da ansiedade. O estalo abre o músculo perante a descoloração do mundo. Paira o inanítido.

 carlos vinagre